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apos-recusa-de-cartorios-casal-com-deficiencia-intelectual-consegue-uniao-civil.aspx
  
05/12/2018 20:01Conta de SistemaCanceladoDefesa de Direitos
00Saulo Mendonça

SÃO PAULO - No dia do casamento de Priscilla e Binho, uma garoa chata caía sobre São Paulo. Embora estivesse ansiosa na noite anterior, a noiva acordou faltando apenas uma hora para a cerimônia, arrumou-se às pressas e chegou atrasada ao cartório de Santana, na zona norte, para sofrimento do noivo que, empacotado em roupas sociais e visivelmente nervoso, checava o relógio de pulso a cada instante.

Eram 9h17 de sábado quando Priscilla apareceu toda de branco, levantando a barra do vestido para não molhar. Com o cabelo ornado por uma coroa de noiva, entrou na recepção segurando um buquê com flores de plástico. Chamava atenção por ser a única vestida dessa forma no cartório. “Olha só que linda”, elogiou uma convidada.

Entre os presentes, o matrimônio era tratado como uma vitória. Namorados há 21 anos e noivos há dois, Priscilla e Binho têm deficiência intelectual, cujas causas nunca receberam diagnóstico. Ela tem 40 anos e aprendeu a ler e a escrever. Ele, com 51, nem isso. Embora trabalhe como empacotador em um supermercado, não consegue administrar o próprio dinheiro.


Confira a matéria completa no site do Estadão.

05/12/2018 19:50Saulo Mendonça29/11/2018Sim 92
APAE - Notícias
apos-recusa-de-cartorios-casal-com-deficiencia-intelectual-consegue-uniao-civil.aspxapos-recusa-de-cartorios-casal-com-deficiencia-intelectual-consegue-uniao-civilNãoNão
A APAE DE SÃO PAULO, por meio de sua área de Advocacy e do seu Serviço de Defesa e Garantia de Direitos, conquistou o direito – previsto pela Lei Brasileira de Inclusão – ao casamento de duas pessoas com deficiência intelectual.
Aprovado6 KB APAE - NotíciasApós recusa de cartórios, casal com deficiência intelectual consegue união civil1.0
depressao-e-ansiedade-em-criancas-ainda-sao-tabus-entre-pais-e-educadores.aspx
  
26/11/2018 11:40Conta de SistemaCanceladoEducação
00Saulo Mendonça

​Por Thaís Quaranta, psicóloga

A saúde mental de maneira geral ainda costuma ser um tabu. E quando é abordada na infância e adolescência, o assunto encontra ainda mais resistência, neste caso, pelos próprios pais e educadores. Mas a questão é séria e precisa ser falada: crianças e jovens podem ter depressão e ansiedade. Muita gente acha que é frescura, preguiça ou até mesmo falta de reconhecimento por tudo que os pais fazem pelos filhos, quando na verdade é uma doença ou um transtorno que precisa ser tratado.

Cuidado com o excesso de cobranças
Os motivos podem ser variados, desde genéticos até mesmo ambientais. O mundo ágil e de intensas modificações também contribui para o quadro. Vemos crianças com um nível alto de ansiedade porque fazem muitas atividades: inglês, natação, aula de música, escola, etc. É um mini adulto que não tempo de criar, de questionar e desenvolver estratégias de resolução de problemas e habilidades sociais.

Por outro lado, os pais na ânsia de querer dar o que há de melhor para os filhos, não entendem que esse excesso de atividades e bens materiais podem prejudicá-los. Principalmente, em famílias mais privilegiadas, vemos que os pais se dedicam muito aos filhos e há uma cobrança de que a criança esteja sempre bem. É aquela velha história, ele tem de tudo, por que está assim, chateado ou para baixo? Eles costumam dizer que não há motivo para tal.

Isso faz parte de uma cultura que durante muito tempo valorizou a questão acadêmica como sinônimo de sucesso com a criação dos filhos. Só que, por outro lado, muitos pais se esqueceram que o emocional também é importante, já que traz a capacidade de resolução de problemas e de gerência da própria vida, ferramentas essenciais para viver em sociedade.

Alertas de que algo não está legal
Ao contrário dos adultos, as crianças e adolescentes manifestam a depressão e a ansiedade de forma diferente. De acordo com a psicóloga, isso acontece por conta de a personalidade ainda estar em desenvolvimento, ou seja, os jovens não têm muito recurso para dizerem o que pensam, o que sentem e até mesmo entenderem o que ativam eles.

Geralmente, as crianças e os adolescentes com ansiedade e depressão se expressam de uma maneira irritadiça e agressiva. É importante que os pais e os educadores estejam atentos à essas mudanças quando estas começam a impactar na vida deles.

Buscar ajuda é o caminho para uma vida mais feliz
Negar que algo está acontecendo e não tratá-lo ainda cedo pode trazer sérias consequências para toda vida do indivíduo. Uma criança com Transtorno de Déficit de Atenção (TDAH) que não teve oportunidade de tratar ainda na infância, lá no futuro poderá desenvolver comorbidades, como depressão e ansiedade.

Buscar ajuda de um psicólogo ou psiquiatra tão logo os sintomas aparecerem ajuda no desenvolvimento da criança, podendo reduzir os impactos e até mesmo reverter o quadro clínico em alguns casos.

Outros problemas como o bullying e o cyberbullying também deixam marcas nas crianças que podem desenvolver transtornos mentais por conta da violência sofrida que poderão acompanha-los por toda a vida. Adultos que tiveram problemas na infância sofreram impactos no seu desenvolvimento. Muitos seguem acreditando nos estigmas que receberam, sem questionar.

Thaís Quaranta é psicóloga e neuropsicóloga. Coordenadora do curso de pós-graduação em Saúde Mental e Psicopatologia na Infância e Adolescência da Apae de São Paulo. Graduada em Psicologia pela Universidade de Ribeirão Preto. Especialização em Psicologia Hospitalar e Neuropsicologia pelo Instituto de Psiquiatria do HC- FMUSP, com foco principal em saúde mental. Especialização em Terapia Cognitivo Comportamental pelo Centro de Terapia Cognitiva Veda.

26/11/2018 11:37Saulo Mendonça26/11/2018Sim 91
APAE - Notícias
depressao-e-ansiedade-em-criancas-ainda-sao-tabus-entre-pais-e-educadores.aspxdepressao-e-ansiedade-em-criancas-ainda-sao-tabus-entre-pais-e-educadoresNãoNão
Especialista alerta que TDAH não tratado pode gerar complicações futuras
Aprovado8 KB APAE - NotíciasDepressão e ansiedade em crianças ainda são tabus entre pais e educadores1.0
comite-da-onu-sobre-pessoas-com-deficiencia-publica-nova-orientacao-legal.aspx
  
21/11/2018 19:10Conta de SistemaCanceladoDefesa de Direitos
00Saulo Mendonça

​Pessoas com deficiência e suas organizações representativas devem participar de processos públicos de tomada de decisões sobre seus próprios direitos humanos, afirmou neste mês o Comitê das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

O órgão publicou uma nova orientação legal sobre a Convenção sobre os Direitos de Pessoas com Deficiência.

A orientação, emitida em 3 de outubro como comentário geral n.º 7, sustenta o direito de todas as pessoas com deficiência participarem e serem envolvidas em todas as questões relacionadas a elas.

A orientação também esclarece as obrigações de Estados garantirem a participação de pessoas com deficiência, através de suas organizações representativas, na implementação e no monitoramento da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em linha com artigos 4(3) e 33(3) deste tratado internacional.

O documento completo está disponível para leitura aqui em sua forma padrão e aqui em formato de leitura simplificada, ambos em inglês. O Comitê emite muitos de seus documentos em formato simplificado, os tornando acessíveis para pessoas com deficiência.

“Estados Parte da Convenção claramente precisam de orientação sobre como e por que participar com organizações de pessoas com deficiência de forma respeitosa e como iguais”, disse Stig Langvad, presidente do Grupo de Trabalho sobre o comentário geral. “Como uma pessoa com deficiência desde 1973, que está ativa em organizações e na vida pública, eu conheço o poder de pessoas com deficiência”, acrescentou.

“Nada sobre nós sem nós” tem sido há tempos um mote de movimentos de direitos para pessoas com deficiência. Em seu comentário geral, o Comitê destaca que, quando pessoas com deficiência são consultadas, isto leva a leis, políticas e programas que contribuem para sociedades e ambientes mais inclusivos.

O comentário geral busca ser uma ferramenta vantajosa para fornecer recomendações concretas sobre como se comprometer com consultas com pessoas com deficiência, por meio de suas organizações representativas.

Isto pode incluir desenvolvimento de informações acessíveis sobre processos de tomada de decisões, implementação de metodologias inclusivas e garantias de que organizações de pessoas com deficiência tenham acesso a financiamentos nacionais e internacionais para funcionamento, segundo o Comitê.

O comentário geral também define organizações de pessoas com deficiência e destaca que respeito aos direitos de pessoas com deficiência à liberdade de associação, assembleia pacífica e expressão é essencial para a participação e realização de consultas.

21/11/2018 19:07Saulo Mendonça19/11/2018Sim 90
APAE - Notícias
comite-da-onu-sobre-pessoas-com-deficiencia-publica-nova-orientacao-legal.aspxcomite-da-onu-sobre-pessoas-com-deficiencia-publica-nova-orientacao-legalNãoNão
Aprovado7 KB APAE - NotíciasComitê da ONU sobre pessoas com deficiência publica nova orientação legal1.0
conanda-e-conade-publicam-resolucao-conjunta-sobre-atendimento-de-criancas-e-adolescentes-com-deficiencia.aspx
  
13/11/2018 19:10Conta de SistemaCanceladoDefesa de Direitos
00Saulo Mendonça

​Está no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (09) a Resolução conjunta do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade) sobreo atendimento de crianças e adolescentes com deficiência no Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SGD).São 29 diretrizes que buscam, entre outras questões, reconhecer a criança e o adolescente com deficiência como cidadãos plenos de direitos e capazes de expressar suas opiniões, buscar, receber e compartilhar informações e ideias e tomar decisões.

O documento estabelece entre as 29 diretrizes que o atendimento da criança e do adolescente com deficiência seja feito de maneira transversal, por diferentes áreas disciplinares e setores, não somente pelo viés médico/clínico/da saúde, mas também na educação, assistência social, preparação para o trabalho, programas e políticas públicas e condições ambientais.

Dispõe ainda, entre as garantias estabelecidas no texto da Resolução, que deve haver formação teórica e prática, inicial e continuada para qualificação sobre o tema, tanto dos profissionais do SGD quanto dos profissionais/funcionários que trabalham no atendimento destas crianças e adolescente, como também que toda a rede de defesa e proteção deve atender às crianças e aos adolescentes com deficiência junto aos demais públicos sem segregação por gênero, raça, etnia, idade, ou tipo de deficiência.

O próximo passo dos Conselhos Nacionais, tanto de direitos da criança e do adolescente quanto da pessoa com deficiência, será disseminar as diretrizes previstas na Resolução conjunta para que sejam adotadas no âmbito do trabalho dos órgãos que compõem o SGD, como também dos conselhos de direitos locais, responsáveis pelo controle social das políticas para a infância e a adolescência no Brasil.

13/11/2018 19:07Saulo Mendonça09/11/2018Sim 89
APAE - Notícias
conanda-e-conade-publicam-resolucao-conjunta-sobre-atendimento-de-criancas-e-adolescentes-com-deficiencia.aspxconanda-e-conade-publicam-resolucao-conjunta-sobre-atendimento-de-criancas-e-adolescentes-com-deficienciaNãoNão
Aprovado6 KB APAE - NotíciasConanda e Conade Publicam Resolução Conjunta sobre Atendimento de Crianças e Adolescentes com Deficiência1.0
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